Na semana passada tive uma experiência maravilhosa. Recebi, pelo correio, um cartão de Natal mandado por uma amiga que vive nos Estados Unidos. Que alegria senti! E dupla, por estar recebendo o cartão dela e por estar recebendo um cartão. Dentro do envelope escrito a mão (sim, escrito a mão!) estava um lindo cartão de Natal. Estava nos esperando naquela mesma caixa de correspondência que, dia após dia, semana após semana, mês após mês, só recebe contas, propaganda, revistas gratuitas que não temos nenhum interesse em ler e outras coisas que não sei por que mandam sem a gente pedir... Lá estava, nos esperando, um cartão de Natal! Não me lembrava mais como era gostoso receber cartões, cartões postais, cartas, estas coisas que já não se usa mais mandar (pelo menos no Brasil). E como era bom... Para abrir o envelope um pequeno ritual: olhar se o destinatário somos nós, virar o envelope e ver quem é o remetente, colocar contra a luz para ver como abrir sem estrag...