A banalização da morte
Há doze anos, no dia 24 de março de 2000, foi assassinado à queima-roupa Celestino Gonçalves da Silva Isto aconteceu na rua Cel. Paulino Teixeira, em Porto Alegre, onde eu morava com meus filhos. Ele havia sido contratado, junto com seu tio, para zelar pela segurança dos moradores. Na época, escrevi este texto como uma forma de refletir sobre o que aconteceu. Hoje, espero com ele, levar mais pessoas a refletirem comigo. Sexta-feira, nove e meia da noite. Ouve-se um tiro. Morre Celestino. Com 33 anos, alegre, amigo das crianças, “vigia” da rua... mataram Celestino. Não é uma notícia no jornal, daquelas coisas que só acontecem com os ou...