Duas historinhas com Glênio Bianchetti
Em 1981, quando voltei para Porto Alegre depois de ter passado 10 anos fora, "cunhei" a seguinte frase: " Porto Alegre, quem não se conhece é parente, o desconhecido não existe". De lá pra cá, só tenho confirmado isso. Pois, um primo da minha avó materna era casado com a Jussara, que é irmã da Ailema, que era mulher do Glênio. E além disto, minha tia Theresa foi colega dele no Belas Artes e meu pai e meu tio foram amigos dele na juventude, em Porto Alegre. Glenio e Ailema moravam em Brasília, mas nós nos encontramos algumas vezes. Lá por 1973/74, ganhei da Jussara uma xilogravura fantástica do Glênio. Estava na chácara em que ela morava, em Gravataí, tinha sido feita vinte anos antes, mas como ele não gostou da cópia, ficou por lá. Na época, estava na moda fazer "póster" (no sul, dizíamos bem assim) e então, a xilogravura foi grudada num compensado, e ficou com a aparência de um cartaz. E que gafe a minha que não tinha a menor noção de qu...