Até um dia, querido Alexandre.
Em 1988, trabalhava no CODEC (Conselho de Cultura do Estado/ RS) quando conheci o engenheiro responsável pela montagem das arquibancadas de um evento que eu estava produzindo. Com muito orgulho contou que o seu filho organizava as “Semanas Culturais” (não tenho certeza se era este o nome) do Colégio Militar, onde estudava. Pedi que ele falasse com o filho sobre a possibilidade dele trabalhar comigo na preparação do evento (acho que era a Latinomusica, onde estiveram presentes vários grandes nomes da música deste nosso canto sul do mundo e dentre eles Chico Buarque). Ele nunca apareceu e eu esqueci o assunto. Dois anos depois, solicitei reingresso para o curso de Comunicação da UFRGS e nos primeiros dias de aula conheci o Alexandre. Foi amor à primeira vista. Um belo dia contou que há uns anos o pai sugeriu que ele procurasse uma amiga que trabalhava no CODEC, onde havia uma possibilidade de estágio. Ele nem pensou em fazer isto porque imaginou que esta amiga do p...